Elimine as fraudes de identidade
através do reconhecimento facial

Redução de despesas assistenciais para operadoras e seguradoras de saúde.

Operadoras de saúde e seguradoras sofrem com fraudes que chegam a somar prejuízos da ordem de 30% de suas despesas. Um dos principais exemplos dessas fraudes é o empréstimo do benefício para uma pessoa não segurada. 

O prejuízo causado pelo empréstimo do benefício gira em torno de 1 a 3% do total das despesas.

Estima-se que, o prejuízo causado pelo empréstimo do benefício gira em torno de 1 a 3% do total das despesas assistenciais de uma operadora de saúde. Essa fraude ocorre quando uma pessoa, que é beneficiário de um plano de saúde, empresta o seu benefício para uma outra pessoa utilizar – basta, para isso, emprestar a carteirinha.

Em muitos casos, os prestadores são coniventes com essa prática e acabam incentivando-a. Essa conivência é reflexo do modelo de remuneração vigente no Brasil, no qual os prestadores recebem pelo serviço prestado; quanto mais atendimentos, maior o faturamento.

O Artigo 307 do Código Penal Brasileiro, onde se lê: “Atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem” refere-se a esse tipo de fraude, sendo um ato passível de detenção. No entanto, dada a omissão dos prestadores, as operadoras possuem poucas opções de comprovação de tais práticas. O melhor é eliminar as fraudes, antes que elas ocorram.

O melhor é eliminar as fraudes, antes que elas ocorram.

Diversas operadoras de saúde passaram, então, a adotar ferramentas de impressão digital e reconhecimento facial para confirmar a identidade do beneficiário, logo antes da utilização do benefício, ainda, na recepção do prestador do serviço de saúde.

Reconhecimento facial para confirmar a identidade das pessoas

Com a evolução da tecnologia, operadoras e seguradoras de saúde adotam o reconhecimento facial para eliminar as fraudes de identidade.

A confirmação da identidade via reconhecimento facial funciona assim:

Entenda o que fazem as ferramentas da SimpleID:

1. Antes do atendimento do beneficiário em um hospital, consultório ou laboratório, o sistema de autorização da operadora exige a captura de uma foto do paciente.

2. Em poucos segundos, essa foto é comparada com a foto previamente cadastrada para aquele beneficiário. Caso as duas fotos sejam iguais, o serviço é autorizado imediatamente.

3. Caso as duas imagens sejam diferentes, o sistema poderá exigir que o prestador entre em contato telefônico para solicitar autorização manual.

Obviamente, o processo de autorização por telefone não irá ocorrer para os casos fraudulentos. 

Veja os principais benefícios da biometria facial

AceitaçãoAceitação

Forma de confirmação de identidade mais natural e aceita pelas pessoas.

PrecisãoPrecisão

Não sofre com problemas de qualidade de amostras que a impressão digital tem.

SegurançaSegurança

Inibe completamente as fraudes, visto que ao se passar por outra pessoa, o fraudador é fotografado cometendo um crime.

FacilidadeFacilidade

Fácil integração com os sistemas de autorização e baixo custo de equipamento e manutenção.

DisponibilidadeDisponibilidade

Disponível em diferentes plataformas, desde o computador do prestador a um celular qualquer, até mesmo do beneficiário.

Agilidade no atendimento

Com o objetivo de se prevenir contra fraudes, muitas operadoras exigem autorizações por telefone para os casos de procedimentos mais complexos, nas quais vários dados do beneficiário precisam ser informados. Esse processo, além de atrasar o atendimento do paciente, causa transtornos na recepção dos prestadores de serviços e mancha a imagem da operadora. Ademais, as autorizações manuais aumentam consideravelmente os custos de pessoal dos prestadores.

Além de prevenir fraudes, o reconhecimento facial agiliza o atendimento, aumentando o nível de satisfação dos beneficiários, e reduz os gastos com pessoal da recepção.

Além de prevenir fraudes, o reconhecimento facial agiliza o atendimento.

Vamos conversar sobre seus desafios de eliminação de fraudes?

A impressão digital não funciona para operadoras de saúde

Utilizar a impressão digital de um funcionário no lugar de um beneficiário não traz a mesma sensação de risco que ocorre com o reconhecimento facial.

Com o crescimento da adoção do reconhecimento por impressão digital nos planos de saúde, os prestadores começaram a relatar muitas dificuldades causadas:

  • Pessoas que possuem impressões digitais ruins

  • Leitores de baixa qualidade ou com pequena área de cobertura

  • Software de baixa qualidade

  • Falta de conhecimento dos processos biométricos pelo pessoal das recepções

Infelizmente, a tecnologia que prometia coibir as fraudes acabou por gerar ainda mais problemas, pois essas dificuldades levaram os prestadores a cadastrar as impressões digitais de seus próprios funcionários, como forma de agilizar o atendimento de todos, beneficiários legítimos ou não.

É importante ressaltar que, utilizar a impressão digital de um funcionário no lugar da de um beneficiário não traz a mesma sensação de risco que ocorre com o reconhecimento facial, pois uma imagem de impressão digital só pode ser utilizada para comprovação de práticas ilícitas com um laudo de um perito papiloscopista, o que aumenta consideravelmente os custos da investigação.

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