Elimine as fraudes de identidade nos processos de concessão de crédito.

 

Bancos, financeiras, seguradoras, administradoras de cartões de crédito private label e empresas de diferentes segmentos sofrem com fraudes de identidade de diferentes tipos.

Um dos tipos mais comuns de fraude é quando uma pessoa apresenta os documentos de outra para ter acesso a um cartão de crédito. Nesse tipo de fraude, o solicitante tentará se passar por outra pessoa e, caso não haja uma validação visual das informações, a administradora do cartão concederá crédito e, muito provavelmente, nunca irá receber o pagamento da fatura.

Além do prejuízo gerado pela inadimplência, a administradora do cartão poderá ser processada pelo verdadeiro dono dos documentos, aumentando ainda mais o prejuízo financeiro.

No Brasil, por não haver uma base centralizada de identidade, é possível que uma pessoa possua diversos nomes e CPFs.

Uma das situações de fraude mais difíceis de se combater é aquela na qual uma pessoa solicita diversas vezes um cartão de crédito apresentando diferentes CPFs - todos válidos e com um bom score financeiro - o que torna a análise de crédito tradicional pouco efetiva, visto que, do ponto de vista documental, se trata de uma outra pessoa com dados válidos.

A maneira mais eficaz de evitar esse tipo de fraude é através da identificação facial, na qual, a cada novo cadastro, a foto capturada é comparada com todas as outras fotos das pessoas que solicitaram um cartão de crédito anteriormente. Desse jeito, independente da apresentação de diferentes nomes e CPFs, a biometria facial irá garantir a unicidade dos dados, impedindo que uma pessoa receba o benefício diversas vezes.

Existe no mercados bases compartilhadas de reconhecimento facial, nas quais as empresas contratantes concordam em ceder as fotos de seus clientes para compor a base final, que é utilizada por todos os outros contratantes do serviço.

Com a entrada em vigor em Setembro de 2020 da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), muitas dúvidas passaram a ser levantadas a respeito desse modelo, dada a necessidade da concessão, por parte do solicitante do crédito, do direito de compartilhamento de seus dados e imagem.

Nesse cenário, algumas administradoras de cartão de crédito passaram a criar suas próprias bases de dados de reconhecimento facial. Essa alternativa, além de evitar possíveis complicações com relação à privacidade dos dados, possui um custo por validação consideravelmente menor.

O SimpleID Valida ajuda as empresas a construírem suas próprias bases de reconhecimento facial antifraude.

Vamos conversar sobre seus desafios de eliminação de fraudes?

    Buy now